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#SAÚDE

Startup conecta doadores de sangue a hemocentros

Startup conecta doadores de sangue a hemocentros

O baixo estoque de sangue é uma situação comum nos hemocentros brasileiros, mas esse não é o único problema. Como o sangue é um 'produto' perecível, ter doadores aleatórios nem sempre é a solução, pois nem sempre o tipo sanguíneo mais solicitado coincide com o das doações. As hemácias sobrevivem, no máximo, 42 dias, enquanto as plaquetas duram de 3 a 5 dias. Quando há uma oferta muito grande para ...a demanda, acontece o desperdício de um produto vital, e que não pode ser armazenado para um momento de maior necessidade.

Como equacionar isso? A startup Nosso Sangue viu aí uma oportunidade de negócio. Através de parcerias com hemocentros e cadastro de doadores, o aplicativo calcula o ideal de estoque e busca equilibrar quaisquer diferenças. Por isso, ao invés das pessoas doarem o sangue que talvez não seja prioridade naquela hora, elas são convocadas e fazem a doação certa, na hora certa.

“Grande parte do problema de sangue no Brasil é a falta de comunicação. A população não tem a informação de quais são os estoques do hemocentro, do que eles precisam e quando eles precisam”, diz Bruno Santucci, fundador da Nosso Sangue. Os convênios com os hemocentros são gratuitos. A renda da Nosso Sangue vem através da convocação dos doadores: marcas podem se tornar madrinhas e apoiadoras e possuir o nome na causa.

Quando os doadores são convocados por e-mail, por exemplo, recebem a mensagem, que pode conter o logo da marca ou ser totalmente personalizada. É uma forma de empresas mostrarem apoio a uma causa social universal, estabelecendo um vínculo ainda mais próximo com seus clientes.