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#14º Compromisso

Mais responsabilidade e menos interferência no mercado

Mais responsabilidade e menos interferência no mercado

Na sua casa, você já deve ter aprendido que não pode gastar mais do que ganha, nem contrair dívidas que não vai conseguir pagar. Com as contas do governo é a mesma coisa. Mas os governantes parecem que ainda não entenderam isso e um exemplo recente foi a irresponsabilidade fiscal da presidente deposta, Dilma Rousseff, responsável por mergulhar o país numa crise econômica da qual não conseguimos sair até hoje.

As pedaladas que ilustram esse post também podem ser chamadas de “contabilidade criativa”, ou simplesmente fraude. Para se reeleger, a petista fez o país acreditar que as contas estavam em dia, e assim pôde passar o ano eleitoral gastando dinheiro como se não houvesse amanhã. Só que o amanhã chegou e, junto com ele, a crise econômica, o desemprego, a inflação, o aumento da pobreza e a recessão.

Outro fator econômico geralmente ignorado pelos governantes é que as taxas de juros e o valor da moeda precisam ser determinados de acordo com a oferta e a demanda, e não por canetadas: se há muita gente disposta a emprestar dinheiro, os juros caem. Se há muita gente disposta a comprar reais, o valor da nossa moeda sobe.

Quando o governo baixa os juros na caneta ou injeta dólares na economia para controlar o câmbio, são dados incentivos errados para o mercado, e ele terá muito mais dificuldade de se regular e atingir o equilíbrio. E a conseqüência é que serão necessárias cada vez mais regulações, e todas elas têm um custo.

Por isso, o LIVRES defende que principal papel do governo na economia é parar de atrapalhá-la e de torrar o dinheiro do contribuinte. Esse é o nosso 14º compromisso:

“A responsabilidade fiscal deve ser respeitada sem aumento do déficit público, e as taxas de juros e o valor da moeda devem flutuar de acordo com as relações de oferta e demanda”

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