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#Livres para consumir

Mano Brown defende a inclusão comercial dos negros

Mano Brown defende a inclusão comercial dos negros

Ao longo de sua carreira musical, Mano Brown idolatrou Lula, defendeu o regime cubano, instigou a luta de classes e culpou a sociedade por erros individuais. Em tempos de polarização política, no entanto, se tornou menos combativo e resolveu falar sobre um assunto mais universal em seu novo disco: o amor. "Por que ficar induzindo as pessoas a escolher o vermelho ou o azul, sendo que elas podem escolher sozinhas?", justificou. 

Para coroar a mudança, nesta semana ele afirmou ter se rendido ao mercado e disse uma frase que poderia ter sido dita por qualquer um de nós: o negro também quer consumir. 

“A mulher branca gosta de cabeleireiro tanto quanto a negra de manicure. O homem negro gosta de roupa boa tanto quanto o branco. Gucci, Armani. Isso não é fraqueza”

É exatamente isso, Mano Brown. A melhor forma de empoderar pessoas é inseri-las no mercado consumidor. E só se faz isso tornando a economia mais saudável e livre, permitindo maior geração de empregos, negócios e a livre comercialização entre pessoas adultas e capazes.