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#Protecionismo

Brasil tem a terceira economia mais fechada do mundo

Brasil tem a terceira economia mais fechada do mundo

Protecionismo é quando, com a desculpa de proteger a indústria nacional, o governo dificulta a entrada de produtos estrangeiros no país, seja por meio de altos impostos, dificuldades burocráticas ou mesmo de proibições expressas. A indústria nacional que foi “protegida” pode até achar bom, mas as conseqüências do protecionismo para Economia e, principalmente, para a vida dos pobres, são muito ruins.

Os ricos continuarão indo para Miami fazer suas compras nas lojas que acharem melhor. Continuarão pagando mais barato em seus iPhones, bolsas de grife e perfumes importados. Enquanto isso, os pobres terão que conviver com uma indústria nacional acomodada que, sem precisar competir pelos clientes, não se preocuparão tanto em oferecer produtos com o melhor custo benefício. A indústria deixa de evoluir nos padrões internacionais, e a maior prova disso foi o período da Lei da Informática, vigente nas décadas de 70 e 80, que impedia a importação de computadores e peças de informática produzidas em outros países. O objetivo era proteger a produção nacional da “concorrência predatória”, mas o resultado foi mais de uma década de atraso no setor, que ficou com a tecnologia muito ultrapassada e cara para os padrões mundiais. O mesmo aconteceu com a indústria de automóveis, produto que teve a importação proibida entre 1976 e 1990, com resultados práticos semelhantes.

Mesmo após a revogação das duas leis, o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer antes de se tornar um país livre. É que segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é a 3ª economia mais fechada do mundo em volume de comércio externo, atrás apenas de Sudão e Paquistão, respectivamente. O estudo analisou 186 países.
Precisamos ser #LivresDoProtecionismo


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